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Você sabe o que seu filho está fazendo na internet?

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Vírus, assédios, conteúdos impróprios e pornografia, contato com estranhos, pessoas perigosas e bullying. Estas são algumas das ameaças virtuais que milhares de crianças e jovens estão submetidos diariamente através da Internet. E não é só no computador de casa que se deve tomar cuidado, já que o uso de dispositivos móveis se faz muito mais presente. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 91% dos jovens de 9 a 17 anos que usam a internet acessam pelo celular. São 22 milhões de crianças e adolescentes e adolescentes brasileiros que utilizam o celular para pesquisar, jogar e navegar na internet.

Mesmo que ainda seja pouca a quantidade de pais que se preocupam com o que seus filhos acessam na internet – segundo pesquisa da Kaspersky Lab apenas 37%, eles ainda não sabem como controlar seus filhos e impor limites. Outros números também são reveladores: 38% dos pais conversam sobre os perigos da internet; 27% verificam o histórico de navegação e 21% estão conectados às redes sociais dos filhos.

“O melhor caminho é sempre o da conversa. Mostrar aos filhos a importância de usar a internet corretamente bem como os perigos que existem ao fazer uso de forma incorreta”, declara Marco Giroto, um dos fundadores da SuperGeeks, primeira e maior escola de programação e robótica para crianças e adolescentes do pais.

Segundo o empresário, hoje já existem softwares que controlam o uso da internet de maneira completa e alguns roteadores já possuem também essa opção. É possível configurar desde o horário que a criança pode ou não acessar a internet, bem como quais tipos de páginas podem ser acessadas. Geralmente esses softwares de controle avisam sempre que um acesso incomum for detectado. O mesmo vale para os dispositivos móveis que contam com softwares adequados ou aplicativos que fazem a mesma coisa.

“Não adianta bloquear por bloquear. É preciso ficar de olho nos relatórios e ver se a criança está tentando entrar em sites que não deveriam. Caso positivo, os pais precisam conversar com os filhos sobre os perigos”, explica.

E como que para tudo na vida, existe um limite, na internet é a mesma coisa, tudo depende da idade da criança. “Depois dos 13 anos de idade, o melhor mesmo é conversar e monitorar, e não bloquear, caso contrário, os filhos podem se sentir em uma ditadura e a rebeldia poderá ser ainda maior. Além disso, eles poderão acessar conteúdo impróprio da escola, da rua, da casa do amigo. Então, é melhor que o acesso seja feito de casa, e os pais acompanhando pelos relatórios, assim poderão ver se o filho está abusando do uso e então, conversar e tentar equilibrar”.

O conselho é simples: é muito difícil viver sem a internet, principalmente para os jovens, então a melhor maneira é monitorar e conversar sempre que o uso for extrapolado. Os riscos são diversos: desde vírus que podem danificar o sistema, sequestrar o computador e roubar dados, até pedófilos e seqüestradores que assediam crianças e adolescentes na internet.

Pai de uma menina de apenas um ano, Marco conta que permite que sua filha assista a vídeos próprios para sua idade na internet e que é muito mais fácil de controlar, uma vez que ela ainda não sabe navegar sozinha, porém já sabe mudar de vídeos, o que pode fazer com que acabe acessando conteúdos inadequados. “Para praticamente todas as redes existem mecanismos de monitoramento, portanto não é necessário ficar sem internet, basta ter o controle”, finaliza.
Fonte: Lucky Assessoria de Comunicação com Adriana Guedes

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