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Segurança em primeiro lugar

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O transporte dos pequenos é coisa séria. Um simples passeio à padaria, ao supermercado ou à farmácia pode ser fatal. Dados do Ministério da Saúde comprovam, acidentes no trânsito são uma das principais causas de mortes e ferimentos entre crianças de zero a 14 anos.

Prevenir ainda é o melhor remédio. Muitas das mortes ou graves sequelas provocadas por um  acidente de automóvel poderiam ser evitadas com o transporte de crianças no banco traseiro, cinto de segurança e o uso correto de assentos infantis. Pensando nisso, o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) aperfeiçoou a regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro com a Resolução nº 277, de 28 de Maio de 2008 com regras para garantir a segurança da criançada.

Seguir o regulamento é simples, a lei é estipulada de acordo com a massa corporal do bebê. Os pequenos de até um ano (ou até nove quilos) devem ser transportados em um assento reclinável, com suporte para a cabeça e de costas para o banco dianteiro. Para aqueles com até 18 Kg (de um e quatro anos) o recomendado é a cadeirinha de segurança. Entre 19 e 36 Kg o ideal é usar o assento de elevação, que proporciona a altura necessária para que a criança use o cinto de segurança. A partir dos dez anos de idade, acima de 36 Kg, já é permitido utilizar o cinto de segurança convencional.

Como apenas recomendar não é necessário, a partir de junho deste ano, os motoristas que insistirem em não seguir a lei pagarão por isso. De acordo com o CONTRAN as fiscalizações iniciam após dois anos da nova resolução, tempo suficiente para adaptação de todos. A multa será de R$ 191,54, além de ser considerada gravíssima e comprometer sete pontos na carteira de habilitação.

Porém a ‘dor’ no bolso é significativamente menor do que a causada pelas consequências da falta de consciência dos papais. “A utilização de assentos específicos para segurança das crianças é uma das medidas mais importantes para a redução de mortes e a regra vale para qualquer que seja à distância a ser percorrida”, diz o pediatra, especialista em saúde pública, gestão hospitalar, medicina do trabalho e ambiental, Walter Cordoni Filho .

Outro engano comum que pode custar caro é carregar os pequenos no colo. Dr Walter explica que bebês com 10 quilos, em um acidente de trânsito com o carro a 50 Km/h, teria o peso equivalente a 500 quilos. “É caso impossível segurar a criança que pode ser projetada para frente ou para fora do veículo. Além da possibilidade do pequeno ser esmagado pelo adulto que o segura” conclui.

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