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Risco de trombofilia aumenta durante a gestação com riscos para o bebê

Anemia-na-gravidez-570x300Ginecologista e obstetra, Dr. Alberto Guimarães, alerta para os cuidados na prevenção da trombose placentária

 

A trombofilia é uma doença que causa alteração na coagulação sanguínea, com consequente aumento do risco de obstrução dos vasos sanguíneos (trombose). O distúrbio pode ocorrer em qualquer período da vida, inclusive durante a gravidez, parto e pós-parto.

 

Existem duas possibilidades de origem para a doença, uma ligada a fatores genéticos de hereditariedade e a outra ligada a fatores externos, entre eles, o uso de estrogênio, hormônio contido na pílula anticoncepcional.

 

Durante a gestação, o risco de desenvolvimento de trombose aumenta, principalmente na região da placenta, o que pode ocasionar diminuição do fluxo sanguíneo, de oxigênio e de nutrientes para o bebê, podendo levar ao óbito intrauterino.

 

A grávida deve ter um cuidado especial nesses casos, já que sua gravidez passa a ser de risco. A avaliação do tipo de parto é feita pelo médico responsável, priorizando o parto normal, uma vez que os riscos de hemorragia são bem menores. “Mas se a cesariana for necessária, o ideal é a suspensão do uso de anticoagulantes para que o risco de hemorragia seja menor durante a cirurgia”, adverte Dr. Alberto Guimarães, ginecologista, obstetra e precursor do parto humanizado.

 

O diagnóstico de trombofilia é feito por exames específicos de sangue.

 

Existem variações no tratamento da trombofilia de acordo com a causa, porém, a mais comum consiste na ingestão de medicamentos que irão diluir o sangue, os chamados anticoagulantes. Pílulas contraceptivas devem ser evitadas e o consumo de cigarros pode afetar o tratamento, aumentando as chances de um distúrbio de coagulação.

Fonte:  Dr. Alberto Guimarães

Ginecologista e obstetra, defensor dos conceitos de parto humanizado, o médico encabeça a criação do Programa Parto Sem Medo, um novo modelo de assistência à parturiente onde enfatiza que o parto é um evento de máxima feminilidade e a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), atualmente exerce o cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo para o Programa Parto Seguro à Mãe Paulistana.

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