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Pré-Natal humanizado para favorecer a maturidade emocional da mãe e o desenvolvimento psíquico do bebê

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Os fatores psicológicos e emocionais da gestante estão entre os mais importantes durante a gravidez. O alerta é do ginecologista, obstetra, Dr. Alberto Guimarães. “A mulher precisa estar segura, confiante, equilibrada e com total domínio de seu corpo e dos seus desejos. Para que uma gravidez ocorra de forma satisfatória, além da saúde física da mãe e do bebê, a grávida precisa estar com a cabeça boa”, ressalta o médico.

Para que a gestação não traga prejuízos psicológicos e emocionais à mulher o ideal é que ela seja acolhida em um Pré-Natal Humanizado, método no qual confere à mulher, autonomia sobre o processo da gravidez e do parto e que é capaz de garantir todos os seus direitos, além de liberdade sobre seus sentimentos e vontades no decorrer dos nove meses.

“Durante a gestação e no momento do parto, a gestante deve ser a protagonista. Uma palavra ou um tom de voz mais elevado, no momento errado, pode estressar e tornar a mulher ainda mais sensível, o que não é adequado para esta fase”, adverte Guimarães.

Na opinião da psicóloga Lizandra Arita, são nas consultas de pré-natal que a mulher se prepara de modo físico e psicológico para o parto e, posteriormente, para desempenhar o papel de mãe, além de ser crucial para o bom desenvolvimento saudável do bebê.

Já a experiência do parto é impactante e requer muita preparação emocional, apoio, acompanhamento e compreensão. “O vínculo afetivo entre a mãe e o bebê é iniciado ainda na barriga, seguido por uma série de transformações hormonais e psíquicas no corpo feminino. Após o nascimento, a mãe necessita estar preparada emocionalmente para receber a criança, oferecer os cuidados necessários e ainda nutrir com muito afeto”, explica a psicóloga.

A terapeuta fala sobre a importância das relações primárias mãe-bebê para a construção da subjetividade da criança. “O toque e o olhar da mãe direcionados ao bebê são gestos que interferem na formação psicológica. A mãe tem um papel fundamental para constituir o “eu interior” de cada indivíduo. É o primeiro olhar que recebemos, portanto, é a partir da qualidade desses sentimentos que a criança e o futuro adulto vão enxergar a si mesmo”, completa a terapeuta.

Fonte:  Dr. Alberto Guimarães - Lizandra Arita

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