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Planejando a Gravidez: Vacinação!

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A decisão de engravidar traz mudanças na vida de toda mulher e é preciso preparar a mente e o corpo para um passo tão importante. Um tópico que não pode ficar de fora do planejamento de gravidez é a vacinação. Este cuidado faz parte da preparação, assim como os exames médicos, atenção psicológica, nutrição, ingestão de vitaminas, controle do peso corporal e a prática de exercícios físicos.

 

Atualmente, a maior parte das vacinas recomendadas para as futuras mamães está disponível no SUS, por isso não há razão para que elas se descuidem. Veja algumas doenças que podem ser prevenidas antes da gestação e os riscos que elas oferecem aos bebês:

 

  • Coqueluche – conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche é uma doença bastante grave entre os bebês no primeiro ano de vida, com risco de hospitalização e até mesmo de morte. Em mais de 50% dos casos, os pais e outros familiares foram a principal fonte de transmissão da infecção.

 

  •  Rubéola – Doença infecto-contagiosa representada pela ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe e para os recém-nascidos, como malformações congênitas (surdez, malformações cardíacas, lesões oculares e outras). A vacinação contra a rubéola é a única medida preventiva e segura.

 

  • Gripe – a vacina antes da gestação é essencial, pois as complicações da gripe podem ser mais graves durante este período. Em 2015, o Brasil deu mais um passo importante no avanço ao combate da gripe com a aprovação da vacina tetravalente do país, capaz de proteger contra quatro cepas do vírus influenza, dois do tipo A e dois do tipo B.

 

  • Hepatite B – a proteção é indicada, pois caso a mulher contraia o vírus durante a gravidez, a situação se complica, pois a transmissão para o bebê pode ocorrer durante a gestação ou, principalmente, no momento do parto. Em recém-nascidos, as chances de a hepatite B evoluir para uma hepatite crônica é de 90%, de acordo com o Ministério da Saúde, por isso os bebês recebem a primeira dose contra hepatite B logo após nascerem.

 

Fonte: Tino | Relações Públicas

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