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O acesso das crianças à smartphones

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A psicopedagoga Regina Lima afirma que é importante refletir sobre as melhores maneiras de usar a web como fonte de conhecimento de qualidade e de conteúdo para crianças e jovens em casa e na sala de aula. Segundo ela, as ofertas são muitas e é compreensível na nossa realidade que se faça uso, mas não de forma desmedida, do celular.

“É importante haver um melhor gerenciamento do tempo em relação à tecnologia. O diálogo como conscientização para o uso correto no mundo virtual e, quando necessário, determinar o tempo são pontos fundamentais para melhorar outras vivências tão significativas para o crescimento pessoal”, explica Regina Lima.

Regina Lima diz que é necessário saber como os menores estão lidando com os amigos na web e quem são eles. “Selecionar aplicativos e sites, verificar fotos e vídeos que postam e têm acesso são condutas importantes. Essas ações devem ser utilizadas para colocar em prática o exercício da liberdade com respeito e limite”, orienta.

A especialista lembra, no entanto, que se deve ressaltar o poder da influência e do valor das mídias, que não podem ser vistas como vilã. Para ela, não se deve confundir os enormes benefícios que a internet nos oferece com situações estritamente de descontrole de atitudes.

“Possuir um aparelho próprio pode ser um pressuposto básico para fazer parte de um grupo e ter status social, além de poder participar da rotina do outro, expressar proximidade, afeto e dar vazão aos sentimentos, sem falar da perspectiva de encontrar amigos e familiares a qualquer momento, ajudando de certa forma a otimizar a vida corrida que os dias de hoje demandam”, pondera Regina Lima.

Fonte:
Regina Lima é Professora e Especialista em Psicopedagogia e Altas Habilidades pela UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Trabalhou por mais de 40 anos como Coordenadora Educacional e Disciplinar lidando, ao longo desse período, diretamente com mais de 20.000 alunos. Liderou, por 12 anos um projeto que ajudou a educar crianças e adolescentes através de dinâmicas executadas em 24 disciplinas. É coautora do livro Inclusão Educacional – Pesquisa e Interfaces e associada à ABP – Associação Brasileira de Psicopedagogia.

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