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Leite materno é capaz de reduzir riscos de hipertensão, colesterol e diabetes

leite

Já se sabe que o aleitamento materno é importante para o desenvolvimento saudável do bebê por ser um alimento completo que, além de conter todos os nutrientes fundamentais para os primeiros meses de vida e saciar a fome e a sede da criança, também é o responsável pela criação de anticorpos, que fortalecem a imunidade.

 

De acordo com a enfermeira Célia Cristina Colona Rodrigues Simões, supervisora do Programa Gestação Segura do GNDI, o aleitamento materno é um dos principais responsáveis pela redução da morbidade infantil, desenvolvimento cognitivo e prevenção de doenças. “É por isso que a Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês sejam amamentados nos primeiros seis meses de vida e, se possível, até os dois anos de idade”, destaca.

Para Evelyn Martins Guedes, enfermeira do Programa Gestação Segura, o primeiro leite dado ao bebê se chama colostro e funciona como se fosse a primeira vacina agindo contra infecções e fortalecimento da imunidade. “Ele é rico em anticorpos e essencial para a proteção nos primeiros dias de vida”.

Segundo a Nutricionista do Gestação Segura, Anne Caroline, não existe comprovação que alguma comida ou bebida aumente ou reduza a produção de leite materno. ‘’ O que determina a produção de leite é a quantidade de vezes que o bebê mama no peito ou quanto mais a mãe esvazia suas mamas. Ou seja, quanto mais o bebê mamar, mais leite a mãe terá’’

As mães de primeira viagem podem confundir ou não saber a diferença entre colostro e leite. “Geralmente, o colostro começa a ser produzido pelo corpo nos últimos três meses de gestação, mas também é normal quando aparece apenas no fim da gravidez ou, até mesmo, após o parto”, esclarece Célia.

 

O leite materno, que tem o papel de continuar o processo do colostro, também é responsável por diminuir riscos de hipertensão, diabetes e colesterol e até 22% a chance de sobrepeso e obesidade. Além disso, a amamentação traz prazer tanto para o recém-nascido quanto para a mãe “Os olhos nos olhos e o contato contínuo entre mãe e filho, certamente, fortalecem os laços afetivos, criam espaço para a troca de afeto, intimidade e sentimentos de segurança e proteção na criança, bem como de autoconfiança na mãe”, revela a enfermeira Evelyn , especialista em aleitamento, explicando os inúmeros benefícios desse momento.

 

Para o processo fisiológico da amamentação acontecer, é importante que a condição psicológica da mãe esteja estabilizada, pois com a chegada do neném ocorrem, também, turbilhões de sentimentos e sensações que impactam nos hormônios responsáveis pela produção do leite: a prolactina e ocitocina. No cérebro, também está a adrenalina, que pode dificultar que o leite saia e, por isso, a importância de manter o equilíbrio psicológico.

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