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Gravidez após gestação ectópica

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Sim, é possível engravidar mesmo após uma gestação fora do útero

A cada 100 gestações, estima-se que uma infelizmente será ectópica, ou seja, fora do útero. Neste caso, as grávidas passam por um tratamento medicamentoso ou mesmo por uma cirurgia pois não há como o embrião sobreviver. A boa notícia, no entanto, é que esta mulher pode engravidar novamente, apesar de ter um risco dez vezes maior de ter outra gravidez ectópica. “Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e o tratamento adequado, menores serão as chances de complicações, que podem ser graves e aí sim impedirem uma futura gestação”, destaca Dr. Fabio Cabar, médico especialista em Reprodução Humana.

Conforme ele explica, as mulheres diagnosticadas com gravidez ectópica que passaram por uma cirurgia costumam conseguir engravidar novamente dentro de 12 a 18 meses após a operação. “Caso o casal não tenha sucesso após um ano de tentativas, vale a pena procurar avaliação especializada e quem sabe optar por uma Reprodução Assistida, o que vai depender do histórico de cada um”.

Cerca de 65% das mulheres que passam por este problema engravidam de novo até um ano e meio depois. No entanto, é necessário fazer alguns exames para saber as condições das trompas de Falópio, onde normalmente se desenvolve o embrião em uma gravidez ectópica, assim como as possíveis causas deste problema. Caso as suas duas trompas tiverem se rompido ou apresentarem lesões, é indicada uma fertilização in vitro (FIV).

“O importante é ressaltar que mesmo a paciente que teve um quadro de gestação ectópica continuará a ovular, poderá engravidar e seguir com uma gestação tranquilamente”, destaca o especialista.

Na grande maioria dos casos de gestação ectópica, o óvulo fecundado não percorre todo o caminho e acaba se alojando precocemente na parede de uma das trompas de Falópio. Nos demais, a implantação acontece em outras estruturas, como ovário, colo do útero ou cavidade abdominal. Há alguns fatores, como tabagismo (que dificulta o transporte do embrião pela tuba), idade avançada, infertilidade, múltiplos parceiros sexuais (maior chance de ter doenças sexualmente transmissíveis) e mulheres que já fizeram cirurgia abdominal, que aumentam a probabilidade da gravidez fora do útero. Normalmente, a gravidez ectópica gera dor no abdome e sangramento vaginal, além de náuseas, vômitos e nos casos mais extremos até desmaios.

 Fonte: Assessoria de Imprensa Dr. Fabio Cabar

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