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Pergunte ao Doutor

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O acompanhamento médico, desde os primeiros planos e tentativas de engravidar, é muito importante. Logo no início, é fundamental estar em contato com o seu ginecologista e algumas perguntas que não podem ser esquecidas! É hora de aproveitar e tirar todas as suas dúvidas:

  • Quais exames devo realizar?

 

  • Tenho algum problema de saúde como lúpus, diabete, pressão alta, depressão etc, ou hábito alimentar, ou até mesmo estilo de vida que possam comprometer a gravidez?

 

  • Quanto FUMAR, BEBER ou CONSUMIR DROGAS, pode prejudicar o bebê?

 

  • Meus medicamentos usados regularmente precisam ter suas doses alteradas ou o medicamento em si precisa mudar?

 

  • O método contraceptivo que vinha usando até agora exige algum cuidado especial ou prazo antes de iniciar a tentativa de engravidar?

 

  • Minha vacinação está em dia?

 

  • Preciso iniciar o uso de algum tipo de suplemento como por exemplo ácido fólico? Quanto tempo antes de tentar engravidar?

 

  • Algum problema no meu ciclo (menstruações irregulares, por exemplo), ovulatórios (como Síndrome do Ovário Policístico), sintomas de endometriose ou até se já teve algum aborto anteriormente ou gestação ectópica exigem que eu consulte algum outro especialista?

 

Mesmo depois de todas as dúvidas sanadas e após um ano de tentativas, se você ainda não engravidou, provavelmente, será encaminhada a um especialista em reprodução humana. Novamente, é uma oportunidade para que tudo fique bem claro. Para ele, as principais perguntas que devem ser feitas são:

 

  • A minha idade interfere na minha fertilidade? E o que pode interferir na fertilidade do meu parceiro?

 

  • Preciso fazer algum exame? Meu parceiro precisa fazer algum exame?

 

  • Quais as chances de engravidar naturalmente?

 

  • Quais as chances de engravidar com métodos de reprodução assistida ?

 

  • Quais são as diferenças entre uma gestação que ocorreu naturalmente e uma resultante de tratamento? Eu ou o bebe corremos algum risco?

 

  • Eu realmente preciso de um tratamento de reprodução assistida?

 

  • Quais a técnicas disponíveis e as principais diferenças entre elas? Qual é mais indicada para o meu caso? Por quê?

 

  • Precisamos investigar eventuais problemas genéticos presentes na minha família ou de meu parceiro, como casos de síndrome de Down ou fibrose cística, por exemplo?

Com todas essas perguntas feitas e respondidas, todo o processo será um pouco mais tranquilo e te ajudará a entender alguns aspectos e/ou situações que são mais complexos. Lembre-se sempre: pergunte tudo e não tenha vergonha de perguntar novamente, se não estiver claro. Afinal, é a sua saúde.

 

Fonte: Dr. Pedro Monteleone, especialistas em fertilidade 

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