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Massagem na gestação: fique atenta aos riscos e indicações

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A massagem é indicada para prevenir e evitar desconfortos, proporcionando bem estar e garantindo uma gravidez saudável

Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por uma série de transformações radicais em um curto espaço de tempo. Essas alterações causam desequilíbrios no organismo, que acabam por acarretar dores, desconfortos e mal estar. Com a variação das taxas hormonais, a gestante fica mais vulnerável a transtornos físicos e emocionais, entre eles, os inchaços, decorrentes da retenção de líquidos e, com o passar dos meses, o cansaço e o stress também aumentam, contribuindo para a indisposição.

Para minimizar os efeitos colaterais da gravidez, uma boa opção são as massagens. Há técnicas especialmente indicadas para esse período, já que tudo deve ser feito de maneira cuidadosa, levando em consideração o histórico da mãe e a prescrição do médico. A massagem relaxante colabora para o alívio da tensão e a redução das dores e desconfortos, decorrentes do peso da barriga. A técnica também melhora a qualidade do sono, aumentando a disposição e contribui para evitar enjôos e azia, além de fortalecer a musculatura. Outra excelente alternativa é a drenagem linfática, que contribui muito para eliminar os inchaços típicos desse período e restabelecer o equilíbrio da linfa, facilitando a circulação do sangue, aumentando o fluxo de nutrientes e eliminando as impurezas do corpo. “Durante as sessões, as futuras mamães não devem receber os procedimentos de drenagem linfática na barriga, apenas massagens leves com auxílio de cremes”, explica a massoterapeuta Fabíola Fernandes.

Por ser um período que exige atenção e cuidados específicos, a aplicação da massagem é restrita a profissionais qualificados e nem todas as gestantes estão aptas a utilizar o método. É imprescindível que o massoterapeuta escolhido possua conhecimento na aplicação das técnicas em gestantes e que acompanhe o histórico gestacional da cliente. Além disso, é importante consultar o obstetra antes de buscar esse método. Os movimentos e posições devem ser feitos de forma a proporcionar conforto à mãe, levando sempre em consideração a segurança do bebê, evitando áreas que estimulam atividades uterina e cervical. “As mulheres em período de gestação não podem receber massagem nos pés, já que os mesmos possuem ligação direta com o restante do corpo”, acrescenta Fabíola.

A massoteraupeuta lembra ainda que, quando aliada a hábitos saudáveis, os efeitos da massagem são potencializados, e por isso, é importante realizar atividades físicas adequadas ao período gestacional, alimentar-se corretamente, facilitando o metabolismo, e ingerir, no mínimo, dois litros de água diariamente, a fim de evitar edemas e inchaços.

 

 

Fonte: Fabíola Fernandes, massoterapeuta

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