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De mãe para filho

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Uso de remédios não precisa anular o aleitamento, salvo casos específicos e recomendados pelo médico

 

É indiscutível o fato do leite materno ser fundamental para o desenvolvimento cognitivo e psicomotor da criança, isso sem citar os benefícios para a relação afetiva. Mesmo assim, há casos em que a amamentação é suspensa para que a mãe possa tomar algum tipo de medicamento. Segundo o Ministério da Saúde (MS), isso nem sempre é necessário, uma vez que a maioria das substâncias é compatível com o aleitamento.

De acordo com a obstetra do Hospital e Maternidade Assunção, Beatriz Porto, só em casos graves em que são prescritas medicações fortes, como antidepressivos e quimioterápicos, se deve deixar de oferecer leite ao bebê. “Essas substâncias podem sedar o recém-nascido, isso causa um efeito maior do que causaria na mãe, já que o sistema digestivo dele ainda é imaturo”, explica. Por isso é importante que a lactante sempre converse com o especialista e não se automedique.

O Ministério da Saúde, com o apoio da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), criou manual para orientar os médicos sobre os reais efeitos de cada remédio na amamentação, para que saibam fazer a prescrição certa e não haja prejuízos para a alimentação do bebê.

Anticoncepcional

Os medicamentos contraceptivos podem ser ingeridos no pós-parto, exceto os que são feitos com estrogênio. Esse hormônio inibe a ação da prolactina, responsável pela produção láctea. “A melhor opção de anticoncepcional são os feitos com progesterona isolada”, orienta Beatriz.

 

Perigo

Principais substâncias que diminuem a oferta de leite materno:

  • Bromocriptina (Parlodel) – Tratamento da doença de Parkinson.
  • Ciclofosfamida, doxorubicina e a maioria das drogas de quimioterapia para o câncer.
  • Ergotamina – Enxaqueca
  • Metotrexato – Artrite
  • Ciclosporina – Artrite, psoríase grave, anemia aplástica, doença de Crohn, doença renal, e pós- cirurgia de transplante de órgãos.

Quando a ingestão desses remédios é inevitável, a melhor saída é suspender a amamentação e conversar com o pediatra sobre como alimentar o bebê. Buscar ajuda em bancos de leite materno pode ser boa saída. O importante é que mãe e filho continuem saudáveis.

A Sempre Materna acredita na importância da amamentação e por isso indica a pomada Millar, produto à base de lanolina anidra pura, que previne e trata as fissuras mamárias, protegendo a mama no período pré-natal e durante a lactação. Millar não é tóxico para a mãe e nem para o bebê, e por isso não precisa ser retirado da mama antes do aleitamento. Invista na preparação e cuidados com a mama. Não deixe que nada, nem ninguém interfiram nesse momento mágico e único que fará com que seu bebê se sinta amado e seguro. Lembre-se: Amamentar não é uma obrigação, mas um direito da mamãe e do bebê.

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