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Cuidados no uso de protetor solar e repelentes

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Quando e como utilizar estes produtos em bebês

Durante a gravidez, uma das grandes dúvidas da mulher é sobre quais protetores ela pode ou não utilizar, para que nenhum deles prejudique a sua saúde. O dermatologista  Jayme Oliveira Filho da maternidade Pro Matre Paulista, esclarece o que pode ou não ser usado neste período. Em primeiro lugar, a gestante deve seguir a orientação dermatológica de seu médico para manter-se protegida e hidratada e para minimizar os efeitos fisiológicos oriundos da gestação.

Segundo o especialista, se a gestante tem a pele mais seca, o que não é habitual durante a gravidez, ela deve usar protetores em forma de cremes e loções. Se a grávida apresentar pele mais oleosa, deve utilizar protetores com toque seco, em formato de spray e loção. “O fator deve ser acima de 50. A gestante deve reaplicar a cada duas horas e, quando há risco ou presença de marcas, a escolha de filtros com cor é ainda mais indicada, pois apresenta maior proteção contra a luz visível, que também implica no surgimento das manchas. É imprescindível usar protetor na face e nas áreas expostas”, conta o profissional.

O dermatologista também ressalta que o ideal nessa fase é passar o filtro solar e depois passar o repelente. “É preciso passar nas áreas expostas para insetos, como braços e pernas. Os cuidados devem ser constantes, já que um dia de exposição pode colocar tudo a perder, principalmente em ambientes como parques”, ressalta.

Nos bebês, protetores solares só devem ser utilizados após os seis meses de idade. “Como os bebês suam muito, o ideal é que sejam aplicados protetores habituais bem leves, com filtro de 30 a 50, sempre que houver exposição do bebê ao sol”, afirma Jayme.

Já os repelentes só podem ser aplicados a partir dos dois anos de idade da criança, seguindo o mesmo procedimento de passar protetor antes e repelente depois. “Sempre recomendo repelentes com base de icaridina, um princípio ativo derivado da pimenta, pois há menos chances dele ser absorvido pela pele”, comenta o especialista.

Fonte: Jayme Oliveira Filho

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