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Bebeu água?

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A água é o mais abundante componente único do organismo, essencial para todos os tecidos. Desde o metabolismo do nosso organismo até a aparência da pele, tudo depende da dose adequada de água para permanecer em perfeito funcionamento. É essencial para os processos fisiológicos de digestão, absorção e eliminação de toxinas. Desempenha papel chave na estrutura e na função do sistema circulatório, auxilia na regulação da temperatura corpórea e age como um meio de transporte para os nutrientes e todas as substâncias corpóreas.

O organismo não possui dispositivo para armazenamento de água, portanto, a quantidade perdida a cada 24horas, pelos dos rins, urina, trato gastrointestinal e suor da pele, deve ser restituída para manter a saúde e eficiência do organismo. Chegar à fórmula da dose ideal depende, no entanto, de fatores como temperatura ambiente, idade, esforço físico de cada um, assim como também em caso de situações especiais, gravidez.

A necessidade da ingestão aumentada de líquidos durante a gestação, em torno de 3 litros por dia se dá, por causa das alterações físicas e químicas, como,construção da placenta, formação do líquido amniótico, aumento do volume sanguíneo, que se expande em torno de 50%, diminuição da habilidade de excretar água e ao edema normalmente presente nas extremidades no terceiro trimestre.

Outra situação desconfortável que as mulheres grávidas desenvolvem é a constipação. As causas incluem motilidade intestinal reduzida, inatividade física e a pressão exercida sobre o intestino pelo útero aumentado. O consumo aumentado de líquidos, juntamente com alimentos ricos em fibras, normalmente controla este problema. A hiperemese gravídica, náusea e vômitos persistentes durante a gestação, costuma provocar desidratação, portanto a gestante que apresente este sintoma deve ser informada sobre a importância da reposição de líquidos e eletrólitos nesse período, de acordo com orientação médica.

PORCENTAGEM DE ÁGUA EM ALGUNS ALIMENTOS:
Alface 95%
Tomate 94%
Melancia 92%
Brócolis 91%
Melão 90%
Ovo 75%
Carne bovina 60%
Pão 35%

 

COMIDA TAMBÉM É ÁGUA

Os alimentos também têm água. O volume varia conforme o tipo ou produto. Há grande quantidade de água em determinadas frutas, verduras e legumes.

Ao ingerir líquidos também estamos nos alimentando, pois levamos nutrientes para o organismo. Uma boa sopa, preparada com legumes, um suco natural, ou mesmo o arroz com feijão de todo dia contêm líquidos. A água integra os alimentos e é vital para o organismo, é a substância na qual se dissolvem os nutrientes contidos na alimentação, pois ela leva, dentre outras funções, essas substâncias até as células, trazendo os restos dos metabolismos aos órgãos de excreção.

Do ponto de vista da maturação fisiológica e da necessidade nutricional, os bebês que estão sendo amamentados com leite materno EXCLUSIVO em “livre demanda”, ou seja toda vez que o bebê manifestar vontade, não precisam de mais nenhuma ingestão de líquidos: a necessidade diária é suprida pelo leite materno. (bebês de 0 a 6 meses) Quando a criança pára de se amamentar exclusivamente do leite materno, é hora de introduzir novos alimentos, é também hora de começar a ingerir água e outros líquidos, como sucos e chás. Até 1 ano de idade, bebês devem ingerir cerca de 800ml a 1 litro de água por dia. Entre 1 e 8 anos, essa quantidade aumenta para cerca de 1,3 a 1,8 litro/ dia.

Existem certas situações em que esse volume deve ser aumentado, sempre que a criança apresentar diarréia, vômito ou febre, prevenindo assim a desidratação que é uma importante causa de internação, podendo levar até a morte.

ALIMENTAÇÃO MISTA E DESMAME

Para os bebês que por algum motivo necessitam fazer uso de leite artificial, a oferta de líquidos deve ser maior. Água, chás ou sucos tendem a iniciar mais cedo.

Entende-se por “processo de desmame” a transição progressiva da alimentação com leite materno para alimentação com a dieta da família.

Muitas vezes, é opção das mães iniciarem a mamadeira como complemento adicional ao leite materno, sem indicação por profissional da saúde, levantando mais uma vez o mito do “leite fraco,” esquecendo de levar em consideração demais fatores importantes como: ganho de peso da criança, diurese, vazamento do leite, entre outros.

O leite materno produzido na lactação tardia (de 6 meses a 2 anos) torna-se insuficiente para suprir as necessidades desta fase, embora continue como fonte importante de proteínas, gorduras e cálcio, sendo necessário à adição de novos alimentos.

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