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A síndrome do relaxamento vaginal

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Nova tecnologia ajuda na síndrome do alargamento vaginal, comum após o nascimento do bebê

“Após o nascimento do meu filho, comecei a perceber que o sexo não era mais o mesmo. Sentia alguns desconfortos e a região perineal estava diferente. Fui ao médico e ele diagnosticou como ‘síndrome do relaxamento vaginal’. Fui medicada e também fiz sessões do laser Fotona. Foi ótimo! Acho que agora o sexo está ainda melhor do que antes!”.

 

O relato é de uma paciente que teve um parto normal. A síndrome do relaxamento vaginal pode acontecer porque a região perineal sofre um alargamento, inevitável, uma vez que a área é pressionada pela cabeça do bebê durante o parto. Este alargamento ocorre mesmo durante a gravidez, porque a área fica sobrecarregada pelo peso do bebê. “Esses fatores levam à sensação de flacidez e até alargamento da vagina”, diz o ginecologista Sang Cha, de São Paulo.

 

Mesmo que em menor grau, quem se submete à cesárea também corre o risco de sofrer esse alargamento pelo fato de o bebê estar apoiado no períneo durante a gestação. Por isso, depois que o bebê nasce, é importante cuidar do períneo com exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, orientados por uma fisioterapeuta.

 

Mas nem sempre é suficiente para amenizar os sintomas da síndrome do relaxamento vaginal. E até pouco tempo atrás, as terapias para essa síndrome eram paliativas. Mas agora existe uma tecnologia totalmente inovadora para solucionar este problema. Trata-se de Fotona, um aparelho que se baseia na utilização de dois espectros de luz, o ND Yag e o Erbium Yag. São tipos de laser não ablativos e que atingem camadas profundas dos tecidos da genitália inferior e sem causar dor. “Eles foram especialmente desenvolvidos para o canal do parto e o resultado final é a melhora substancial da percepção do preenchimento vaginal nas relações sexuais”, afirma o ginecologista.

 

Segundo o médico, no período pós-parto, a alteração hormonal é intensa, podendo chegar a níveis de uma mulher na menopausa. “Como consequência, há ressecamento vaginal e maior tendência a infecção urinária, levando a um distanciamento do casal. O laser estimula o colágeno e fortalece a mucosa, por isso é importante no tragamento”, diz o dr Sang. Em alguns casos, o  especialista costuma indicar ainda reposição hormonal.

 

O Fotona também é indicado para amenizar cicatrizes hipertróficas, como a quelóide, comum em quem fez cesariana. “É importante pensarmos no aspecto estético no pós-parto”, lembra o dr Sang.

 

Não só para o pós-parto

 

O ginecologista afirma ainda que o laser é indicado não só no pós- parto, mas também para mulheres que têm ressecamento vaginal, ou que têm infecções urinárias de repetição. “Isso causa atrofia vaginal, levando a dores durante a relação. O Fotona corrige esta atrofia, estimulando o colágeno na região, melhorando a vida sexual como um todo”, diz o dr. Sang.

 

Em média, são necessárias três sessões com o aparelho – feitas em um intervalo de quatro a seis semanas -, mas os resultados podem ser percebidos logo após a segunda vez do tratamento. Uma sessão com o laser tem duração de 10 a 15 minutos. Qualquer paciente pode fazer o laser vaginal a partir de 40 dias após o parto. Só não será indicado no caso de infecções ou sangramento.

 

Fonte: Ginecologista Sang Cha

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